Parceria Brasil-União Europeia recebe 42 propostas de projeto

- 08/05/2015

As inscrições para a 3ª Chamada Coordenada Brasil-União Europeia em Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) já foram encerradas e os sistemas eletrônicos que recebem as propostas registraram 42 submissões, das quais 38 foram consideradas elegíveis. Desse total, serão selecionados cinco projetos: um em Processamento de Alto Desempenho, outro em Plataformas Experimentais e três em Computação em Nuvem.

Essa chamada é uma grande oportunidade para explorar os potenciais de instituições brasileiras e europeias na busca por soluções que se traduzam em benefícios para o mercado de TIC e para a sociedade. As 42 propostas envolvem 196 participações de instituições da Europa e 150 do Brasil. São, em média, oito instituições colaborando em cada proposta de projeto. “Esses valores demonstram a grande capacidade de cooperação entre diversas instituições das duas comunidades, além de ressaltar o compartilhamento de informações e conhecimento científico e tecnológico, recursos humanos qualificados e infraestruturas de P&D”, destacou o coordenador de Projetos do CTIC, Wanderson Paim.

No Brasil, a iniciativa é coordenada pela Secretaria de Políticas de Informática (Sepin) do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e pela RNP, por meio do seu CTIC.

 

Próximas etapas

Os avaliadores terão o mês de maio para realizar o processo de análise. Finalizada essa etapa, todos os avaliadores brasileiros e europeus, além de alguns representantes do MCTI e da RNP, participarão de um encontro de deliberação dos selecionados, entre 22 e 25/6, na sede da Comissão Europeia, em Bruxelas. Ao final da reunião, no dia 25, representantes da Comissão Europeia e do governo brasileiro (MCTI) participarão de um painel que celebrará o acordo de cooperação e apresentará a lista dos projetos selecionados.

“A expectativa é de que, após a seleção, possamos fazer a contratação dos cinco projetos selecionados ainda em 2015. Já o início da execução dos projetos pode acontecer no final do ano ou, no mais tardar, no início de 2016”, explicou Paim. A regra, nesse caso, é que os projetos se iniciem na mesma data do lado brasileiro e europeu, para manter o sincronismo do financiamento e das atividades das equipes de cada lado.

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